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Stephanie Araújo de Souza, nutricionista para a mulher 40+ em Curitiba, sentada em cadeira com conjunto claro, em retrato do ensaio profissional
Nutricionista cardiovascular | Coração e longevidade da mulher 40+

Nutricionista para a mulher 40+: o coração na menopausaem Curitiba e online.

Para a mulher que sente o corpo mudar na transição hormonal e decidiu não esperar a doença chegar para cuidar do próprio coração.

Residência em Saúde Cardiovascular CHC-UFPR · CRN-8 13998
Coração da mulher 40+

O cuidado do coração na menopausa:
o que é e para quem é

O cuidado nutricional do coração na menopausa é voltado à mulher que está na perimenopausa ou já passou pela menopausa e percebe mudanças no corpo e nos exames. Com a queda do estrogênio, o risco cardiovascular aumenta. Em Curitiba e online, acompanho mulheres entre 40 e 55 anos com padrão mediterrâneo, avaliação completa e biomarcadores, em parceria com o ginecologista e o cardiologista.

Eu cuido do coração da mulher antes, durante e depois da menopausa.
Risco cardiovascular na menopausa

O que muda no coração
na transição hormonal

A transição menopausal é reconhecida pela American Heart Association como um período de aceleração do risco cardiovascular na mulher. É também uma janela valiosa para a prevenção.1

01

Gorduras no sangue

O LDL e a apolipoproteína B aumentam, e essa mudança acompanha a menopausa mais do que a idade em si.

02

Gordura visceral

A gordura se desloca para o abdômen e a massa muscular diminui, mesmo quando o peso não muda.

03

Pressão e vasos

A pressão arterial tende a subir com os anos, e a perda do estrogênio afeta a elasticidade dos vasos.2

Você se reconhece?

Sinais de que o seu coração
pede um novo cuidado

01

Perimenopausa e menopausa

A transição hormonal reorganiza o metabolismo do coração. Com a queda do estrogênio, a proteção natural diminui e o cuidado precisa mudar junto.

  • Ciclos irregulares ou ausência de menstruação
  • Calorões e suor noturno
  • Sono mais leve ou fragmentado
02

Colesterol subindo

Muitas mulheres veem o LDL e os triglicerídeos subirem nessa fase sem ter mudado nada na rotina. É um sinal para agir agora, com estratégia.

  • LDL ou colesterol total acima do habitual
  • Triglicerídeos elevados
  • Glicemia ou insulina mudando
03

Gordura abdominal

A gordura que se concentra no abdômen depois dos 40 tem relação direta com o risco cardiovascular. Não é só estética.

  • Aumento da circunferência abdominal
  • Peso estável, mas corpo diferente
  • Perda de massa muscular
04

Energia e sono

Cansaço persistente, noites que não descansam e uma disposição que já não parece sua. A alimentação influencia tudo isso.

  • Cansaço que não passa com descanso
  • Vontade de doces no fim do dia
  • Menos disposição para treinar
05

Histórico familiar

Ver os pais adoecerem do coração muda a forma como olhamos para o próprio futuro. A prevenção começa antes dos sintomas.

  • Pais ou irmãos com infarto ou AVC
  • Diabetes ou hipertensão na família
  • Desejo de agir antes do diagnóstico
06

Longevidade com autonomia

Para quem está bem e quer continuar assim: viver muito, com corpo, cabeça e disposição de alguém mais jovem.

  • Exames normais e vontade de otimizar
  • Quer envelhecer com independência
  • Vê a saúde como investimento

A menopausa não é uma doença, é uma fase. Mas é uma fase que pede atenção, escuta e um cuidado que acompanhe as mudanças do seu corpo, sem pressa e sem culpa.

Método

Como eu cuido da mulher
na perimenopausa e na menopausa

O caminho combina o padrão alimentar mediterrâneo com a leitura atenta dos biomarcadores. Entre as escolhas do plano, entram alimentos que estimulam as sirtuínas, as vias de longevidade que dão nome ao mecanismo do método Diamond.

01

Escuta e avaliação

Na primeira consulta, de 1h a 1h30, conversamos sobre ciclo, sintomas, sono e rotina, e fazemos bioimpedância, adipometria, força de preensão palmar, circunferências e recordatório alimentar de 24 horas, além da análise dos exames recentes.

02

Um plano para esta fase

Alimentação mediterrânea ajustada à transição hormonal: proteína suficiente para os músculos, atenção ao colesterol e à pressão e escolhas que favorecem o sono e a energia ao longo do dia.

03

Cuidado integrado

Reavaliações periódicas e diálogo aberto com o seu ginecologista e o seu cardiologista, para que cada profissional enxergue o quadro completo.

O que você leva para casa

Seu plano alimentar mediterrâneo, feito para esta fase
Lista de compras prática
E-books de receitas e de organização da semana
Acesso ao plano pelo aplicativo WebDiet
Suporte por WhatsApp em horário comercial
Check-ins semanais ou quinzenais e ajustes ao longo do caminho

O que a ciência mostra para a mulher

Stephanie Araújo de Souza, nutricionista cardiovascular, CRN-8 13998, de jaleco, em retrato do ensaio profissional
Por que confiar

Uma nutricionista do coração
para a mulher 40+

Sou Stephanie Araújo de Souza, nutricionista cardiovascular. Também sou uma mulher de 40 e poucos anos, e entendo de perto o que essa fase traz. Minha formação é na saúde do coração, e é por ela que olho para a menopausa.

Residência Multiprofissional em Saúde Cardiovascular · CHC-UFPR · 2021 a 2023

Mestranda em Medicina Interna · CHC-UFPR

Passagem pelo Hospital Cajuru

Disciplinas de doutorado em Bioética · PUC-PR

Formada em Nutrição pela UniCesumar · CRN-8 13998

Formas de atendimento

Nutricionista para menopausa
em Curitiba e online

Consultas presenciais no Novo Mundo, em Curitiba, e online para mulheres de todo o Brasil. Três caminhos para começar.

Individual

Programa Diamond

Para quem quer um cuidado só seu, com consultas e reavaliações ao longo da transição hormonal.

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Grupo de mulheres · Online

Essencial Diamond

Para viver essa fase em companhia de outras mulheres, com método, formulários e encontros ao vivo.

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Turma de 30 dias

Diamond 30 dias

Para começar agora, com avaliação individual, quatro semanas em grupo e um encerramento para celebrar.

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Perguntas frequentes

Dúvidas sobre o coração
na menopausa

Por que o colesterol sobe na menopausa?

Porque o estrogênio ajuda a regular o metabolismo das gorduras no fígado. Quando ele diminui, na transição menopausal, o LDL e a apolipoproteína B tendem a subir, mesmo sem mudanças na alimentação. Os estudos mostram que essa alteração está mais ligada à menopausa do que à idade. Por isso vale acompanhar os exames com mais atenção a partir dos 40.

A barriga que apareceu na menopausa tem relação com o coração?

Tem. Na transição hormonal, a gordura tende a migrar do quadril e das coxas para o abdômen, inclusive em mulheres que mantêm o mesmo peso. Essa gordura visceral está associada a maior risco cardiovascular. Por isso, na avaliação, a circunferência abdominal e a composição corporal importam tanto quanto o número da balança.

A nutricionista substitui o ginecologista ou a terapia hormonal?

Não. A decisão sobre terapia hormonal é do seu ginecologista, que conhece o seu histórico e avalia riscos e benefícios. O meu papel é complementar: cuidar da alimentação para proteger o coração, o metabolismo e os músculos nessa fase. Sempre que for útil para o seu cuidado, converso com a sua equipe médica para que o cuidado seja integrado.

Existe uma dieta para a menopausa?

Não existe um cardápio igual para todas, mas existe um padrão com boa evidência: o mediterrâneo, rico em vegetais, frutas, leguminosas, castanhas, peixes e azeite. Na menopausa, ele é ajustado para preservar músculos, cuidar do colesterol e da pressão e favorecer o sono. O plano é individual, porque cada mulher vive essa fase de um jeito.

Calorões e sono ruim também afetam o coração?

Os estudos mostram associação. Mulheres com sintomas vasomotores mais intensos, como calorões e suores noturnos, tendem a apresentar piores fatores de risco cardiovascular. O sono fragmentado também influencia a fome, a glicemia e a pressão. Por isso esses sintomas entram na conversa da consulta, junto com os exames e a rotina.

Você atende homens também?

Sim. Embora o foco desta página seja a mulher na transição hormonal, também atendo homens, em geral por indicação do cardiologista ou da esposa, com a mesma avaliação completa e o mesmo cuidado com o coração. Para entender como funciona o acompanhamento para exames alterados, veja a página de nutrição cardiovascular.

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Exames alteradosNutrição para colesterol, triglicerídeos e pressão PrevençãoNutrição para longevidade
Próximo passo

Esta fase pode ser o começo
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Referências científicas
  1. El Khoudary SR, Aggarwal B, Beckie TM, et al. Menopause Transition and Cardiovascular Disease Risk: Implications for Timing of Early Prevention. A Scientific Statement From the American Heart Association. Circulation. 2020. Acessar
  2. Fasero Laíz M, Coronado PJ. Cardiovascular Disease Risk in Women with Menopause. J Clin Med. 2025;14(11):3663. Acessar
  3. Ahmad S, Moorthy MV, Lee IM, et al. Mediterranean Diet Adherence and Risk of All-Cause Mortality in Women. JAMA Netw Open. 2024;7(5):e2414322. Acessar
  4. Rached FH, Miname MH, Rocha VZ, et al. Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose: 2025. Arq Bras Cardiol. 2025;122(9):e20250640. Acessar
  5. Brandão AA, et al. Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial: 2025. Sociedade Brasileira de Cardiologia, Sociedade Brasileira de Hipertensão e Sociedade Brasileira de Nefrologia. Acessar

Conteúdo informativo, baseado em diretrizes e estudos publicados. Não substitui a avaliação individual.