Para a mulher que sente o corpo mudar na transição hormonal e decidiu não esperar a doença chegar para cuidar do próprio coração.
O cuidado nutricional do coração na menopausa é voltado à mulher que está na perimenopausa ou já passou pela menopausa e percebe mudanças no corpo e nos exames. Com a queda do estrogênio, o risco cardiovascular aumenta. Em Curitiba e online, acompanho mulheres entre 40 e 55 anos com padrão mediterrâneo, avaliação completa e biomarcadores, em parceria com o ginecologista e o cardiologista.
Eu cuido do coração da mulher antes, durante e depois da menopausa.A transição menopausal é reconhecida pela American Heart Association como um período de aceleração do risco cardiovascular na mulher. É também uma janela valiosa para a prevenção.1
O LDL e a apolipoproteína B aumentam, e essa mudança acompanha a menopausa mais do que a idade em si.
A gordura se desloca para o abdômen e a massa muscular diminui, mesmo quando o peso não muda.
A pressão arterial tende a subir com os anos, e a perda do estrogênio afeta a elasticidade dos vasos.2
A transição hormonal reorganiza o metabolismo do coração. Com a queda do estrogênio, a proteção natural diminui e o cuidado precisa mudar junto.
Muitas mulheres veem o LDL e os triglicerídeos subirem nessa fase sem ter mudado nada na rotina. É um sinal para agir agora, com estratégia.
A gordura que se concentra no abdômen depois dos 40 tem relação direta com o risco cardiovascular. Não é só estética.
Cansaço persistente, noites que não descansam e uma disposição que já não parece sua. A alimentação influencia tudo isso.
Ver os pais adoecerem do coração muda a forma como olhamos para o próprio futuro. A prevenção começa antes dos sintomas.
Para quem está bem e quer continuar assim: viver muito, com corpo, cabeça e disposição de alguém mais jovem.
A menopausa não é uma doença, é uma fase. Mas é uma fase que pede atenção, escuta e um cuidado que acompanhe as mudanças do seu corpo, sem pressa e sem culpa.
O caminho combina o padrão alimentar mediterrâneo com a leitura atenta dos biomarcadores. Entre as escolhas do plano, entram alimentos que estimulam as sirtuínas, as vias de longevidade que dão nome ao mecanismo do método Diamond.
Na primeira consulta, de 1h a 1h30, conversamos sobre ciclo, sintomas, sono e rotina, e fazemos bioimpedância, adipometria, força de preensão palmar, circunferências e recordatório alimentar de 24 horas, além da análise dos exames recentes.
Alimentação mediterrânea ajustada à transição hormonal: proteína suficiente para os músculos, atenção ao colesterol e à pressão e escolhas que favorecem o sono e a energia ao longo do dia.
Reavaliações periódicas e diálogo aberto com o seu ginecologista e o seu cardiologista, para que cada profissional enxergue o quadro completo.
Sou Stephanie Araújo de Souza, nutricionista cardiovascular. Também sou uma mulher de 40 e poucos anos, e entendo de perto o que essa fase traz. Minha formação é na saúde do coração, e é por ela que olho para a menopausa.
Residência Multiprofissional em Saúde Cardiovascular · CHC-UFPR · 2021 a 2023
Mestranda em Medicina Interna · CHC-UFPR
Passagem pelo Hospital Cajuru
Disciplinas de doutorado em Bioética · PUC-PR
Formada em Nutrição pela UniCesumar · CRN-8 13998
Consultas presenciais no Novo Mundo, em Curitiba, e online para mulheres de todo o Brasil. Três caminhos para começar.
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Para quem quer um cuidado só seu, com consultas e reavaliações ao longo da transição hormonal.
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ConhecerPorque o estrogênio ajuda a regular o metabolismo das gorduras no fígado. Quando ele diminui, na transição menopausal, o LDL e a apolipoproteína B tendem a subir, mesmo sem mudanças na alimentação. Os estudos mostram que essa alteração está mais ligada à menopausa do que à idade. Por isso vale acompanhar os exames com mais atenção a partir dos 40.
Tem. Na transição hormonal, a gordura tende a migrar do quadril e das coxas para o abdômen, inclusive em mulheres que mantêm o mesmo peso. Essa gordura visceral está associada a maior risco cardiovascular. Por isso, na avaliação, a circunferência abdominal e a composição corporal importam tanto quanto o número da balança.
Não. A decisão sobre terapia hormonal é do seu ginecologista, que conhece o seu histórico e avalia riscos e benefícios. O meu papel é complementar: cuidar da alimentação para proteger o coração, o metabolismo e os músculos nessa fase. Sempre que for útil para o seu cuidado, converso com a sua equipe médica para que o cuidado seja integrado.
Não existe um cardápio igual para todas, mas existe um padrão com boa evidência: o mediterrâneo, rico em vegetais, frutas, leguminosas, castanhas, peixes e azeite. Na menopausa, ele é ajustado para preservar músculos, cuidar do colesterol e da pressão e favorecer o sono. O plano é individual, porque cada mulher vive essa fase de um jeito.
Os estudos mostram associação. Mulheres com sintomas vasomotores mais intensos, como calorões e suores noturnos, tendem a apresentar piores fatores de risco cardiovascular. O sono fragmentado também influencia a fome, a glicemia e a pressão. Por isso esses sintomas entram na conversa da consulta, junto com os exames e a rotina.
Sim. Embora o foco desta página seja a mulher na transição hormonal, também atendo homens, em geral por indicação do cardiologista ou da esposa, com a mesma avaliação completa e o mesmo cuidado com o coração. Para entender como funciona o acompanhamento para exames alterados, veja a página de nutrição cardiovascular.
Vagas limitadas. Solicite sua avaliação inicial.
Conteúdo informativo, baseado em diretrizes e estudos publicados. Não substitui a avaliação individual.